Num caminho de pó,
Nada em volta para além das ervas e algumas árvores.
Sigo rumo direito a nada.
Sigo.
Em busca de um horizonte
Com tons de azul em baixo.
À espera que esse momento chegue,
Ando.
Apenas, ando.
Com as árvores que vi pelo caminho em mente,
Que me ajudam a lembrar por onde passei.
Me lembram do que já fui.
Me fazem reflectir o que sou.
Escrita nada elaborada, talvez nem com valor enquanto escrita, mas minimalista. Apenas porque me apetece e acho isto engraçado de se fazer.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Caminho
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