Escrita nada elaborada, talvez nem com valor enquanto escrita, mas minimalista. Apenas porque me apetece e acho isto engraçado de se fazer.
sábado, 20 de setembro de 2014
Está estranho, está rap, estou bêbado.
Um carinho, uma simples palavra ou abraço de um amigo
Que te possa consolar, que te possa aconchegar
Que te fassa sentir bem e relaxar ao deitar.
Porque por vezes também custa
Olhamos para a vida e dizemos que esta é injusta
Sofremos, perdemos, cansamo-nos, morremos, rescussitamos e revivemos.
É este o ciclo que vivemos.
Mas não podemos perder para estes dias,
Mantemo-nos fortes e firmes ao enchermo-nos com alegrias.
Da-mos passo a passo, um passo de cada vez
E quando vês o sol, este já brilha outra vez
sobre nós.
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Quem está cá está!
Não consigo desejar melhor, porque melhor não há!
É esta a minha gente,
É esta a gente que está presente.
Por mais distantes que estejamos niguém se ausenta.
Porque é este o pessoal que representa.
Todos eles ficam no coração e na mente.-
-A minha vénia a minha ovação, porque eu não seria nada sem eles,
E por eles serem o que são.
A eles devo:
O meu crescimento,
O meu conhecimento,
A vitalidade que eu tenho em mim
A minha vontade de dizer sim.
A eles não lhes nego nada, enfim
Que posso eu fazer,
Tenho os melhores à minha volta, e nada em contrário posso crer.
Os meus amigos.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Caguei na métrica e em algo mais. CardinalPicos CardinalIV
Subi, pernoitei e desci
O pico mais íngreme da minha vida
Mal me apercebi do que ali vivi
Na companhia da Lili, e o que me ri.
Depois nem me apercebi que dali partira.
Mais tarde, pareceu mentira.
Um conforto desconfortável,
Onde todo o gesto, todo o sorriso, toda a palavra é amável.
Onde a partilha é tudo o que temos para dar.
É esse o segredo para viver sem medo de arriscar
com coragem, é
trocar amor, respeito e camaradagem.
Este destino é incerto para todos nós
Mas sempre teremos uns aos outros
Não fossemos nós todos netos dos mesmos igrejos avós.
Quando te pedirem uma mão estende um braço
Quebra o embaraço
Tira o disfarce
Cria o laço
E não deixes que este se disfaça.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Agora pago.
Sinto-me
A premanecer neste meu ser
Que em vez de crescer
Fica simplesmente à espera de um novo amanhecer
Parecer.
Com vontade para pouco
Na razoabilidade do meu conforto
Só me conforto com situações em que recebo troco
Positivo.
domingo, 1 de junho de 2014
Primeiros momentos por Coimbra
Cheguei a Coimbra ainda manchado do álcool da queima,
Liguei à Carolina para saber como é que era da minha boleia,
Ao que responde que é mais fácil ser eu a ir ter com ela
E eu digo "Mas oh Carolina eu ainda estou bêbado e com uma assadela".
Mas não interessou e pus-me à espera do autocarro com prostitutas à minha beira,
Que o meu olhar desfocado mal se apercebeu tal era a bebedeira.
Cheguei,
A Carolina buscou-me e levou-me a jantar,
Conheci pessoal dela que quem sqbe um dia visitar.
Fui ao recinto, bebi uns finos, vi pessoal e presenciei a Estudantina.
E só por estes momentos já me deu alguma vontade de voltar a Coimbra.
No dia seguinte acordei em casa da Carolina
Passei pela sala em direcção à cozinha
E o pessoal que estava na sala me reconheceu
Eram caminheiros das Fazendas, digo eu...
terça-feira, 20 de maio de 2014
Primeiros momentos monocromáticos com capa e batina.
Ande de fralda
Bebi uns copos
E andei à caçador.
Sexta, vesti o traje
Peguei no baixo
Fui ter ensaio
Andei sem dor.
No Sábado repeti o precesso
Fui à missa,
E de regresso
Fui almoçar com quem podia.
Mais logo nessa tarde,
Já eu soava, imperial empinava
Já estara a sujar o traje enquanto pessoal queimava.
Bebi uns copos e aproveitei.
Coimbra em dois minutos planejei,
Actuei e chorei.
Pulei para dentro da fonte e molhei-me todo,
Quando saí, corri, e por pouco não assei o escroto.
Por fim cheguei
E para Coimbra embarquei.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Pé da brisa.
Navego a pé ao som de delay.
Um eco
Um pensamento profundo
Um passeio à luz do sol nocturno.
Passando pela brisa húmida e fria
Da fase da noite antes da madrugada do dia.
Sinto tristeza,
Mas desta vez sei porquê.
Com alguma incerteza
Patrocinada pela estupidez.
Não sei o que pior, se a minha situação ou o que escrevo.
Estou triste, é verdade.
Esta coisa não está fixe, a da faculdade.
Não vai bem
Pois não
É algo que não convém.
E agora, então?
Não sei.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Algo tunas, no festival da T.A.S.C.A.
Estou contente em tuna,
Com uma ligeira narsa.
Fomos actuar e correu mais ou menos
Foi bom mas não foi como queremos.
Oiço uma balada vinda do Alentejo,
É bonito, e sereno como um beijo.
"São noites de magia"
Mas quem diria,
Que aqui eu chegaria,
Um dia.