segunda-feira, 15 de abril de 2013

Algo que não sei.

Entre o cheiro, a forma,
A cor, o som.
Qual deles mais me incapacita?
Qual deles mais me falta faz?
Todos, mas nenhum,
Menos farei eu.

domingo, 14 de abril de 2013

Breve paisagem apasiguadora
Degradê de sentimentos e emoções
Leve mas belas transições,
E assim escurece o dia
Em plena harmonia.

Escritura da Lama

Apetece-me cair,
Desfalecendo,
Numa paisagem de relva
No cima da Serra,
Morrendo, nascendo.

Um novo eu seria,
Ou será,
Criado nesse instante,
Breve e não constante.
Apelo com forças por esse dia
Para me dar novas forças e alegria.

Oh grande silhueta!
Manchada pelo sol da tarde
Com fundo, o céu.
Logo à noite tu assustas,
Com o frio, vento e breu.

Natureza te rodeia.
Meus olhos miram.
Beleza insana emanas.
De liberdade brilham.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Há pouco soube.

"Possante" era a dita cuja.
Passando dias na penubra,
Mental.
Relfectindo sob o Império Solar.
Permanecerei o resto da minha vida a andar.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Palavra de olhos verdes, de histórias antigas.

Passei por Tormentas,
Males que tu fomentas.
Por lá não fiquei,
Fiz-me homem da pá e naveguei.

Dias estes que por mais de nada me atinge.
Quem sois vós menina de olhos de esfinge?
Sem voz, sem odor,
Apenas gesto de pensamento incolor.

sábado, 6 de abril de 2013

Todos Narsos

Tenho a testa quente,
O corpo meio dormente.

Sou melhor coluna,
Do que cabeça, infortuna.

Pessoas gritam,
Pessoas berram,
Estão todos narsos.
O que esperavam?

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Quem diría, ao segundo dia

Quem diría
Que ao segundo dia
Tudo cairía.

Não acho normal,
Mas aparentemente tem que ser.
A verdade é que isso me deixou mal,
Não consigo a minha alma varrer.

Haverá um duplo sentido das coisas?
Ou será que tudo é aquilo que sua imagem transmite?
Talvez deva desistir de pensar.
Talvez seja o mais sensato fazer isso,
Mas sinceramente acho que não consigo.

terça-feira, 2 de abril de 2013

3° Período - Os primeiros 50 minutos. Songoncalo de Meiotejo

Aqui comecei o treceiro período!
A stora já está a ser chata.
E a dar horas extra de aulas.
É a compensação!

Hoje está um dia míudo.
A Catarina não gosta da barata.
A Nô com o olhar me despara balas.
Não é uma constipação.

Poemas idiotas de minha parte.
Há quem esteja pior que eu,
Não é preciso ir a Marte.
Mas o que será que aconteceu?

Isto são rimas
Não são versos.
Soltam-se como a brisa,
Eu uso-as como remos.

Talvez tenho sido a única quadra de poesia que fiz
Sigo nesta rota procurando um chafariz.
Ando, tenho sede, mas não sei onde estou ou onde chego.
Quem sabe, até chego a algum lado com esta rota que tracei.

Tenho fome, vou comer.
É um pastel de nata por favor!
Quero algo p'ra beber?

Hoje escrevi outra vez,
Não foi na lingua dos P's
Nem na dos I's
Fi-lo porque simplesmente o quis.