segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Esta é de longe.

Já faz tempo que escrevi isto, mas só me lembrei de publicar hoje.

Conheci uma rapariga enquanto jantava no pastorício
Comemos, rimos, falámos, matámos o vício
De beber.
Infelismente daí não passou,
Uma baioneta, aí ficou.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

"Agora com essa voz, não."

Leio coisas que não quero,
Coisas que por um pouco desespero.
Mas já algo normal de mim,
Não seria eu, se não fosse assim.

Passo algo que me tormenta,
algo como o sal e pimenta.
Talvez não esteja a ser claro,
Mas se calhar isto ainda me venha a sair caro.

A rapariga que vos falei, volta a atazanar-me a cabeça
Não sei porquê, mas devo ser eu alguém que o mereça?
Acho que não,
Acho que mereço um pouco mais de libertação,
diversão,
Mas talvez quem sabe, muito mais tarde talvez te capte a atenção.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Já não escrevo à muito tempo.
Ando mesmo com um raciocínio muito lento.
A verdade é que entrei para a faculdade,
Ou seja está na hora de começar a enfrentar da vida,
Toda uma nova dificuldade.

Estou na Escola Superior de Desporto, em Rio Maior
Cantamos, berramos e gritamos que a ESDRM é a melhor,
Mas isto a toda hora do dia,
Não há o momento em que dê para levantar o copo de sangria,
Ou sequer para coçar os tomates.
Cardinal Praxes.

Entretanto conheci uma rapariga,
E que rapariga!

Cumpre estupidamente os requisitos do estereotipo de miúda surfista,
 tirando uma coisa outra, mas continua gira.
Quem me dera ser cônjuge daquela rapariga,
 Seria feliz a todo e cada momento do dia.

Estou com muito sono.

sábado, 31 de agosto de 2013

Não à/é droga!

Sinto falta de algo que me faça sorrir.
Não me refiro a drogas, estupefacientes, alcoól ou psicotrópicos,
Mas algo que faça o meu ritmo cardíaco subir, as pupilas expandir,
Algo que me faça acreditar que nada mais perfeito possa existir.

sábado, 13 de julho de 2013

Nada de bom

Pelo o que sei e o que faço
Sei que não há muito para mim
Não há sítio certo que me acolha,
Nem pessoa que me conforte algo mais do que amizade.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Tudo O Que Quero Saber

Longe estou do que quero,
Ambiciono ambicionar,
Ser ambicioso, capisce?
Forte me leva esta sede a voar,
Mas de mim até pouco espero,
Porque o que quero é algo que jamais viste!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Amorzades Minhas

Penso naquilo que poderia ter,
Mas que não tenho.
Talvez seja por eu não fazer,
Por acontecer. Abestenho.

Tão pálida esta faceta da minha vida,
Que premanece de experiêcia alguma desprevida.
Sem cor,
Sem calor.
Sem um abraço despido de tudo,
Sem um beijo que signifique o mundo.

E depois julgo que assim é suposto ser,
Que é normal no ser humano e no seu viver
Tudo demorar a surgir e a acontecer.
Preocupo-me comigo nesse sentido,
Pois não quero desaparecer,
Sem ter um amor vivido.

sábado, 1 de junho de 2013

É Algo

O mundo delira,
O olhar brilha,
Esses corações ou cabeças,
Perdem-se uns com os outros.
Não há fórmula para que algo seja gerado,
Nem palavras de menino chateado,
De lágrima no olho e lábio inchado.

Servir

Não sirvo para mim,
Nem sequer para mim!
Fico à quem de tudo o que faço,
No entanto esforço-me,
Deixo tudo num estado baço,
Esta merda consome-me.

A única coisa que me atrai é a música,
Seja ouvi-la ou a fazê-la, é o meu porto de abrigo.
Só me sinto bem no meio dela,
Pois não me deixa criar expectativas.
Só estimula o eco, o panorâmico.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Alguém que em tempos foi

Talvez nunca mais encontre alguém como tu,
Alguém que me encheu de sonhos com tal beleza,
Simpatia, olhares e sorrisos
As mais belas palavras que me redigiste me conquistaram.
Agora que me lembro, e tu te encontras como estás,
Faz-me sentir impotente, triste, com saudades... muitas.
És algo que nunca quis perder, nem quero.
Fico triste por nunca mais ter sido,
Por as coisas ter sido como ocorrido.
Havia muito mais, talvez ainda haja,
Mas não me sito merecedor de tal oportunidade.
Tu sim, tu talvez mereças entre muitas pessoas uma nova oportunidade,
De mudar as coisas,
A tua vida,
Para melhor...

Caminho

Num caminho de pó,
Nada em volta para além das ervas e algumas árvores.
Sigo rumo direito a nada.
Sigo.
Em busca de um horizonte
Com tons de azul em baixo.
À espera que esse momento chegue,
Ando.
Apenas, ando.
Com as árvores que vi pelo caminho em mente,
Que me ajudam a lembrar por onde passei.
Me lembram do que já fui.
Me fazem reflectir o que sou.

sábado, 4 de maio de 2013

Que rosas

Não me façam sorrisos,
Não me sejam queridas,
Não me digam os outros bonitos,
Não me façam feridas.

Todo o homem, rapaz tem ponto de rotura
Pois sorriso simpático em pessoa canrracuda,
Tanto o fragiliza até que o muda.

Olhos, sorriso, cheiros e vozes,
Todos me esmagam
Todos me dasarmam
Fazendo-o das maneiras mais atrozes.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Algo que não sei.

Entre o cheiro, a forma,
A cor, o som.
Qual deles mais me incapacita?
Qual deles mais me falta faz?
Todos, mas nenhum,
Menos farei eu.

domingo, 14 de abril de 2013

Breve paisagem apasiguadora
Degradê de sentimentos e emoções
Leve mas belas transições,
E assim escurece o dia
Em plena harmonia.

Escritura da Lama

Apetece-me cair,
Desfalecendo,
Numa paisagem de relva
No cima da Serra,
Morrendo, nascendo.

Um novo eu seria,
Ou será,
Criado nesse instante,
Breve e não constante.
Apelo com forças por esse dia
Para me dar novas forças e alegria.

Oh grande silhueta!
Manchada pelo sol da tarde
Com fundo, o céu.
Logo à noite tu assustas,
Com o frio, vento e breu.

Natureza te rodeia.
Meus olhos miram.
Beleza insana emanas.
De liberdade brilham.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Há pouco soube.

"Possante" era a dita cuja.
Passando dias na penubra,
Mental.
Relfectindo sob o Império Solar.
Permanecerei o resto da minha vida a andar.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Palavra de olhos verdes, de histórias antigas.

Passei por Tormentas,
Males que tu fomentas.
Por lá não fiquei,
Fiz-me homem da pá e naveguei.

Dias estes que por mais de nada me atinge.
Quem sois vós menina de olhos de esfinge?
Sem voz, sem odor,
Apenas gesto de pensamento incolor.

sábado, 6 de abril de 2013

Todos Narsos

Tenho a testa quente,
O corpo meio dormente.

Sou melhor coluna,
Do que cabeça, infortuna.

Pessoas gritam,
Pessoas berram,
Estão todos narsos.
O que esperavam?

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Quem diría, ao segundo dia

Quem diría
Que ao segundo dia
Tudo cairía.

Não acho normal,
Mas aparentemente tem que ser.
A verdade é que isso me deixou mal,
Não consigo a minha alma varrer.

Haverá um duplo sentido das coisas?
Ou será que tudo é aquilo que sua imagem transmite?
Talvez deva desistir de pensar.
Talvez seja o mais sensato fazer isso,
Mas sinceramente acho que não consigo.

terça-feira, 2 de abril de 2013

3° Período - Os primeiros 50 minutos. Songoncalo de Meiotejo

Aqui comecei o treceiro período!
A stora já está a ser chata.
E a dar horas extra de aulas.
É a compensação!

Hoje está um dia míudo.
A Catarina não gosta da barata.
A Nô com o olhar me despara balas.
Não é uma constipação.

Poemas idiotas de minha parte.
Há quem esteja pior que eu,
Não é preciso ir a Marte.
Mas o que será que aconteceu?

Isto são rimas
Não são versos.
Soltam-se como a brisa,
Eu uso-as como remos.

Talvez tenho sido a única quadra de poesia que fiz
Sigo nesta rota procurando um chafariz.
Ando, tenho sede, mas não sei onde estou ou onde chego.
Quem sabe, até chego a algum lado com esta rota que tracei.

Tenho fome, vou comer.
É um pastel de nata por favor!
Quero algo p'ra beber?

Hoje escrevi outra vez,
Não foi na lingua dos P's
Nem na dos I's
Fi-lo porque simplesmente o quis.

domingo, 31 de março de 2013

O dormir do sorriso

Estive a pensar, a meditar,
A olhar de frente para trás a minha vida.
Não cheguei a conclusões, como costume
Só me apeteceu apagar momentos daquele dia.

Ok, não exageremos,
Aquele dia não foi assim tão mau.
Mas foi estranho.
Os meus dias estão condenados a ser assim,
Em parte por culpa minha,
A outra parte por culpa de quem ou o quê?

Algo que eu ouvi, mas não me lembro. A.

Porque é que eu faço disto a minha vida.
Só sei que o faço dia, após dia.
Tenho dito e visto muita coisa.
Nada a mim me consola.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Inimputável

De oLudo oiço.
Sobre a pena penso.
O significado permanece escondido.
No final adormeço.

De longe eu olho,
De longe não sei se sinto.
Mas de perto já não há nada,
São só palavras sem sentido.