Talvez nunca mais encontre alguém como tu,
Alguém que me encheu de sonhos com tal beleza,
Simpatia, olhares e sorrisos
As mais belas palavras que me redigiste me conquistaram.
Agora que me lembro, e tu te encontras como estás,
Faz-me sentir impotente, triste, com saudades... muitas.
És algo que nunca quis perder, nem quero.
Fico triste por nunca mais ter sido,
Por as coisas ter sido como ocorrido.
Havia muito mais, talvez ainda haja,
Mas não me sito merecedor de tal oportunidade.
Tu sim, tu talvez mereças entre muitas pessoas uma nova oportunidade,
De mudar as coisas,
A tua vida,
Para melhor...
Escrita nada elaborada, talvez nem com valor enquanto escrita, mas minimalista. Apenas porque me apetece e acho isto engraçado de se fazer.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Alguém que em tempos foi
Caminho
Num caminho de pó,
Nada em volta para além das ervas e algumas árvores.
Sigo rumo direito a nada.
Sigo.
Em busca de um horizonte
Com tons de azul em baixo.
À espera que esse momento chegue,
Ando.
Apenas, ando.
Com as árvores que vi pelo caminho em mente,
Que me ajudam a lembrar por onde passei.
Me lembram do que já fui.
Me fazem reflectir o que sou.
sábado, 4 de maio de 2013
Que rosas
Não me façam sorrisos,
Não me sejam queridas,
Não me digam os outros bonitos,
Não me façam feridas.
Todo o homem, rapaz tem ponto de rotura
Pois sorriso simpático em pessoa canrracuda,
Tanto o fragiliza até que o muda.
Olhos, sorriso, cheiros e vozes,
Todos me esmagam
Todos me dasarmam
Fazendo-o das maneiras mais atrozes.